Rocha, Alexandre: anotações

Era o dia 5 de junho de 2009. No auditório da sede administrativa do Porto de Itajaí, o Conselho da Autoridade Portuária estava reunido para mais uma reunião mensal.

Mostra a ata daquela reunião que, entre os assuntos, estava a “segunda bacia de evolução […] para navios acima de 290 m”.

Naquela manhã, há mais de três anos, foi um relatório do então diretor comercial Robert Grantham que dominou os debates sobre o assunto. Intitulado “Visão dos Armadores sobre o futuro do Porto de Itajaí”, o documento traz declarações de representantes de diversos armadores. Da Hapag-Lloyd, vinha a assertiva de que navios com 300 metros de comprimento estavam nos planos de curto prazo. A MSC anunciava a tendência de operar com navios de 310 metros de comprimento e 40 a 45 metros de boca, com capacidade de até 7 mil TEUs. A APM Terminals informava que a Maersk traria para as águas da…

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